segunda-feira, 7 de março de 2011

IR 2011 - ALUGUEIS

IR 2011 altera declaração de locador e de locatário

Para a declaração 2011 do Imposto de Renda, que a partir de 02, março começa a ser recebida pela Receita Federal, o inquilino pessoa física que paga aluguel para pessoa jurídica tem a opção de incluir no documento o número do CNPJ do locador. Antes, no formulário para declaração havia somente o campo onde era informado o CPF do locador pessoa física.

Outra novidade é o espaço para que o locador informe as comissões pagas às administradoras de imóveis. Nas declarações anteriores, a não existência de campo específico para tal informação gerava discrepâncias. Ao declarar o montante recebido do inquilino, não raro o locador deduzia do total as comissões. Como resultado, acabava caindo na malha fina, por declarar valor menor do que seu inquilino lançava como pagamento.

Ao invés de lançar mão do artifício, o locador deve abater o montante das comissões pagas no item: rendimentos tributáveis. Em 2011, os formulários em papel não são aceitos. A declaração pode ser enviada pela internet à Receita Federal; ou armazenada em disquete ou pen drive e entregue em uma das agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. Devem apresentar a declaração os contribuintes que, em 2010, tiveram rendimentos tributáveis superiores a R$ 22.487,25.

Fonte: R7

domingo, 13 de fevereiro de 2011

INVESTIR EM IMOVEL RENDEU 738%

Investir em imóvel rendeu 738%

A A di12/2/2011

A divulgação do índice do mercado imobiliário será feita a cada três meses. O próximo resultado sai em abril

São Paulo. Os imóveis comerciais brasileiros deram rentabilidade média de 738% a seus investidores de 2000 a 2010, mostra o novo índice calculado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Esse número inclui a valorização dos imóveis e também ganhos com renda, como aluguéis.

A rentabilidade média anual foi de 22,1% nos últimos 11 anos. A maior variação foi registrada no ano passado: 33,5%. O objetivo do IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial), lançado ontem na BM&FBovespa, em São Paulo, é dar maior transparência à formação dos preços de venda e locação de escritórios, shoppings, hotéis e áreas comerciais e industriais. Com isso, espera-se um estímulo ao aumento dos negócios no setor.

Evolução do mercado

O índice também servirá para o governo acompanhar a evolução do mercado, mas não permitirá, por enquanto, avaliar se existe uma valorização excessiva dos imóveis no País.

"Não é possível saber, com base no IGMI-C, se existe uma bolha imobiliária. O índice só permitirá isso depois que ocorrer a primeira bolha. Então, será possível comparar uma possível nova bolha com os fundamentos econômicos passado para verificar se o quadro está se repetindo", afirmou o pesquisador da FGV Paulo Picchetti.

A divulgação do índice será feita a cada três meses, e o resultado do primeiro trimestre de 2011 sai em abril. Em dezembro de 2010, o índice refletia informações de 190 imóveis comercias, espalhados por 17 Estados - a maioria localizada em São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Bahia. Segundo Picchetti, esse número já é suficiente para calcular um índice nacional, principalmente considerando o valor dos imóveis da mostra (que não pode ser revelado).

A intenção da fundação é aumentar a base de dados e criar sub-índices por Estados e tipos de imóveis. Por enquanto, há apenas taxas separadas para São Paulo (rentabilidade de cerca de 500% nos últimos 11 anos), Rio de Janeiro (cerca de 800%), escritórios (cerca de 400%) e shoppings centers (cerca de 1.650%).

O presidente da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada), José de Souza Mendonça, disse que o índice será importante para aumentar a liquidez (maior facilidade de vender devido ao maior número de negócios) dos imóveis.

FONTE: DIÁRIO DO COMERCIO

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

PREDIO COMERCIAL - ALUGUEL - LOURDES - BH

Prédio para locação de 08 andares - em Lourdes
Área total de 1.665m2
1 andar de garagem, com aprox 200m².

Outras informações: mbeatrizac@gmail.com

Alugueis de escritórios na China e Brasil subirão em 2011

"Cada vez mais investidores globais procuram oportunidades de crescimento nestes dois mercados emergentes.

Londres - Alugueis de escritórios de primeira linha em importantes cidades chinesas e brasileiras continuarão em forte crescimento em 2011, de acordo com uma pesquisa, levando investidores globais a procurarem oportunidades nestes mercados emergentes.

Um relatório da consultoria imobiliária Cushman & Wakefield mostrou que alugueis de escritórios de primeira linha no distrito de negócios de Hong Kong cresceram 50 por cento no último ano, seguido por Pequim com avanço de 48 por cento e Rio de Janeiro, com 47 por cento.

Os alugueis deste tipo de escritório no mundo subiram, em média, 1 por cento, depois de uma queda de 11 por cento em 2009, resultado da forte demanda por conta do aumento das atividades de negócios, mostrou a pesquisa.

"Com a feroz concorrência entre inquilinos para um número limitado em escritórios de primeira linha em Honk Kong, é esperado que alugueis de escritórios classe A no distrito comercial cresçam de 20 a 25 por cento pelos próximos 12 meses", disse John Siu, diretor-executivo da companhia em Hong Kong.

Um porta-voz da companhia disse à Reuters que alugueis de escritórios de primeira linha em Pequim e no Rio de Janeiro devem continuar crescendo em 2011, embora de forma um pouco mais lenta.

A economia chinesa deve crescer 9,3 por cento em 2011, enquanto no Brasil o avanço deve ficar entre 4,5 por cento e 5 por cento neste ano.

A Pramerica Real Estate Investors, unidade da norte-americana, informou na semana passada que seus alvos comerciais eram China e Brasil, com dois novos empreendimentos."
FONTE: EXAME _ IMOVEIS

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

"Pagar prestação de imóvel, é mais vantajoso do que pagar aluguel!

Pagar prestação de imóvel é mais vantajoso do que

pagar aluguel, afirma Ipea



Os dados indicam que o custo da habitação pesa mais sobre a população mais pobre

Rio de Janeiro - Levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que, no Brasil, fica mais barato pagar a prestação relativa à compra de um imóvel do que pagar aluguel. O estudo mostra também que a proporção dos que pagam prestação de imóvel aumentou ao longo da última década.

Segundo o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea Pedro Humberto Carvalho, “o aluguel tem um sistema contratual que leva o inquilino a renegociar o valor das prestações a cada trinta meses e ao sabor do mercado. Como vivemos um boom do ponto de vista da valorização dos imóveis, isso é automaticamente repassado ao aluguel”.

Em contrapartida, explica o economista, “os contratos de financiamentos são de longo prazo, com taxas de juros mais baixas e têm ainda como proteção o fato de que o valor do imóvel aumenta, mas o valor da prestação continua o mesmo”.

Ele ressalta, porém, que o levantamento do Ipea só vai até 2009 e que a situação pode mudar daqui para frente a partir do programa Minha Casa, Minha Vida do governo federal. “Nós só vamos sentir os efeitos do Minha Casa, Minha Vida na próxima Pesquisa de Orçamento Familiar [POF], se [o programa] realmente procura corrigir esse problema aumentando o crédito para a população de mais baixa renda”, que ganha até 3 salários mínimos.

Os dados indicam que o custo da habitação pesa mais sobre a população mais pobre, que chega a pagar de aluguel por mês até 2% do valor venal do imóvel, enquanto a população mais rica paga uma prestação bem mais baixa por ter acesso a financiamentos imobiliários.

Entre a fatia dos 25% mais ricos da população brasileira, 9% têm contratos de financiamento imobiliário, enquanto na outra ponta, dos 25% mais pobres, apenas 1,3% são mutuários de programas habitacionais.


AGÊNCIA BRASIL

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

SALAS - LANÇAMENTO 2011

EMPREENDIMENTO COMERCIAL - SALAS

Lançamento previsto para final do 1º semestre de 2011.
Salas entre 50m² e 90m² - Funcionários
Alto luxo.

Pré-Cadastro de clientes:
mbeatrizac@gmail.com

LANÇAMENTO 2011 - SAVASSI - 3 quartos

AGUARDEM

Lançamento aptos 3 quartos, com aprox. 100m², 2 vagas e lazer completo.
Alto luxo, no coração da Savassi.

Previsão: 1º semestre 2011.

Pré- Cadastro de Clientes:
mbeatrizac@gmail.com

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Fundo de empresas americano injeta R$ 1 bi em construtoras

Sediada em Nova York, a gestora de recursos GTIS Partners anunciou investimentos de 600 milhões de dólares (cerca de 1 bilhão de reais) no mercado imobiliário nacional. O aporte se dará por meio de seu fundo de private equity GTIS Partners Brazil Real Estate Fund 2, o segundo criado pela empresa para direcionar recursos ao país. O primeiro fundo, criado em 2007, foi encerrado em 2009, após captar mais de 500 milhões de dólares, que foram aplicados em projetos da incorporadora paulista Yuny. O anúncio da GTIS vem num momento de forte aquecimento deste mercado no Brasil. Dados da gestora Ocroma Alternative Investments revelam que esses fundos já investiram no país pouco mais de 4,5 bilhões de dólares entre 2008 e 2010.

De acordo com o empresário João Teixeira, diretor da GTIS Partners no Brasil, o fundo de private equity investirá de três maneiras: diretamente nos empreendimentos, em sociedade com incorporadoras e construtoras, ou por meio de negócios desenvolvidos pela própria equipe da GTIS. “Não pretendemos, pelo menos por enquanto, fazer aportes em fundos imobiliários”, diz Teixeira. A rentabilidade esperada para um investimento como esse é de, aproximadamente, 25%. Sinal de que, pelo menos para os investidores estrangeiros, o mercado imobiliário brasileiro irá se valorizar ainda mais.

As construtoras e incorporadoras que receberão os aportes são a Yuny e a Atua (ambas já receberam aportes anteriores da GTIS). Os empreendimentos – imóveis residenciais e comerciais de alto padrão, além de centros logísticos – serão levantados nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo nos próximos cinco anos. Entre investimentos nos Estados Unidos e no Brasil, a GTIS Partners administra hoje um portfólio de 1,1 bilhão de dólares.


Fonte: Revista Veja