sábado, 18 de junho de 2011

Quanto custam os imóveis nas principais capitais

Os preços dos imóveis nas principais capitais brasileiras registraram uma alta média de 25% nos últimos 12 meses, segundo um levantamento exclusivo EXAME/Ibope. A valorização foi a maior do mundo, de acordo com dados de 37 países levantados pela consultoria especializada Global Property Guide.



São Paulo foi a capital que registrou a maior elevação. O preço dos imóveis novos na cidade subiu 31% no último ano enquanto os imóveis usados avançaram 28%. A região central - que inclui bairros como Bela Vista, Consolação e Sé – se destacou com a maior valorização: 41% para os novos e 39% para os usados. Por bairro, o principal destaque foi Perdizes: altas de 57% e 41%, respectivamente.
No Rio de Janeiro, a valorização foi mais tímida que em São Paulo, mas os preços médios ainda são bem maiores. O metro quadrado mais caro do país está em Ipanema e custa 13.021 reais para imóveis novos e 12.134 reais para os usados. Para se ter uma ideia, os valores são ao menos 120% maiores do que os cobrados em média na capital paulista.
Em relação às demais regiões pesquisadas, o grande destaque foi Brasília. Os imóveis novos no plano-piloto da cidade superam com facilidade a marca dos 10.000 reais o metro quadrado. A cidade tem a renda per capita mais alta do Brasil – o que ajuda a inflacionar o mercado imobiliário.

FONTE: Exame.com

APTO A VENDA - BELVEDERE - BH

Outras informações:
mbeatrizac@gmail.com

terça-feira, 7 de junho de 2011

PROXIMOS LANÇAMENTOS COMERCIAIS - BH ( HOTEL E SALAS )

DOMANI BUSINESS CENTER

Localização: 
Rua da Bahia, 2696 - Lourdes ( entre Fernandes Tourinho e Av. do Contorno ).

Principais caracteristicas:

 empreendimento de escritórios de alto luxo, com infraestrutura moderna.
70 salas de 58 a 97m²,  1 vaga  vinculada  por unidade,  e estacionamento 
rotativo.
Possibilidade para comercialização de andar corrido.

ALL BUSINESS CENTER

Localização:
Praça ABC - esquinas de Av Getulio Vargas, rua Claudio Manoel e Av Afonso Pena.

Principais caracteristicas:

empreendimento de escritorios de alto luxo, com infraestrutura moderna.
60 salas de 61 a 81m²,  1 vaga  vinculada  por unidade, e estacionamento
 rotativo.
Possibilidade para comercialização de andar corrido.

COMFORT CONFINS

Localização:
Linha Verde, a 1,8km do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins.

Principais caracteristicas:

Primeiro, e mais próximo hotel do aeroporto.
Trata-se  de um  empreendimento  pioneiro, com viabilidade  respaldada  nas
necessidades diagnosticadas para a região no longo prazo.

O  hotel  recomendado para  padrão 3 estrelas,  terá  a bandeira  Confort,
marca reconhecida mundialmente e pertencente a Choice Hotels International,
que possui 76 hotéis  em todo o territorio nacional,  entre eles o Quality  ( av
Afonso Pena).
Serão ao todo 280 quartos, todos em regime de pool.
Cada um terá direito a 1 vaga de estacionamento.
O imóvel será entregue equipado e mobiliado.
Contará com  amplo  Centro de Convenções  multiuso  ( aprox  1200m² ), foyer
para realização de coffee-break e coqueteis, estacionamento rotativo
com 389 vagas,  restaurante aberto ao publico,  e 23 lojas de serviço variados.

Previsão de entrega: dezembro de 2013

OUTRAS INFORMAÇÕES:
mbeatrizac@gmail.com

imóveis corporativos

A cidade de São Paulo está em obras

Quem investe em imóveis para locação não tem do que reclamar do ano de 2010. 
Apenas 2,3% das áreas disponíveis para aluguel em edifícios de alto padrão estão desocupadas, segundo a consultoria Colliers, uma das maiores do mundo na área imobiliária. 
Para que não houvesse pressão sobre os preços, seria necessário que cerca de 7% dos escritórios estivessem vazios
. As empresas à procura de áreas para se instalar foram obrigadas a aceitar um reajuste médio de 17% nos valores de locação no ano passado (isso já descontada a inflação). O principal problema da cidade foi a falta de lançamentos. Apenas 25.500 metros quadrados de escritórios de alto padrão foram entregues em 2010 - contra uma absorção de 119.500 metros quadrados no período. 
Esse cenário tende a mudar radicalmente neste ano, quando devem ser colocados no mercado de locação cerca de 230.000 metros quadrados em imóveis corporativos de excelente nível na cidade de São Paulo.
 Em 2012 e 2013, está prevista uma nova enxurrada de entregas. "O novo inventário com previsão de entrega para os próximos três anos atenderá não só a demanda reprimida como também a necessidade de empresas de médio porte", diz a Colliers. Tanto que a consultoria prevê aumentos discretos no valor dos aluguéis neste ano e no próximo e estabilização a partir de 2013.

FONTE: exame.com

Os imóveis comerciais que ficam prontos em 2011 no Rio

O velho e o novo

São Paulo - O pujante mercado de imóveis comerciais do Rio de Janeiro deve ver, neste ano, 200.000 novos metros quadrados, numa tentativa de suprir a alta demanda que elevou a capital fluminense ao posto de quarto metro quadrado comercial mais caro do mundo, à frente até mesmo de Nova York. 
A pouca oferta e a baixa taxa de vacância - 2,8% em 2010, segundo a consultoria Colliers - pressionam os preços. Mas mesmo as novas ofertas não devem ser suficientes, prevê Alberto Robalinho, diretor do escritório do Rio da CB Richard Ellis. “Ainda veremos taxas de vacância baixas e preços altos e crescentes”, estima o executivo.
Para suprir a falta de espaço nas regiões mais cobiçadas - aquelas próximas ao Centro -, as incorporadoras vêm apostando nos retrofits, isto é, a repaginação completa de edifícios antigos, muitas vezes de grande valor histórico e arquitetônico. Só neste ano, serão entregues 60.000 metros quadrados de empreendimentos desse tipo. Ao lado desse rejuvenescimento do Rio Antigo, que tem muito a ver com o projeto de revitalização da Zona Portuária (foto) e do Centro como um todo, novos e modernos empreendimentos encontram na Barra da Tijuca uma nova fronteira. A região antes longínqua agora se vê de cara para investimentos vultosos em transporte público, de olho nas Olimpíadas. 

FONTE: exame.com ( seu dinheiro)

10 cidades que vivem um boom imobiliário

São Paulo é a oitava cidade com mais construções

São Paulo - Este ranking começa pelo oitavo lugar. Esta é a colocação de São Paulo, única brasileira entre as dez cidades que possuíam maior área em construção de imóveis de alto padrão no final de 2010, segundo a consultoria Colliers. 
Ao lado de capitais como Xangai e Cidade do México, São Paulo representa o mundo emergente como motor do crescimento, que corre com as obras para atender à alta demanda de empresas locais e multinacionais em busca de espaços luxuosos em importantes centros financeiros.
Ao contrário de cidades em que o excesso de oferta já ultrapassa a demanda, São Paulo ainda se vê espremida entre a grande procura, uma das menores taxas de vacância do mundo (1,2% no fim do primeiro trimestre de 2011) e o oitavo maior aluguel comercial do planeta - 875 dólares por metro quadrado, bem mais do que em Nova York e algumas regiões de Londres. Há concorrência para alugar andares com a preços altíssimos e também para investir: incorporadoras conseguem segurar seus empreendimentos até o lançamento para conseguir preços melhores, e alguns fundos já compram imóveis ainda em construção.
O que ocorre, portanto, é uma falta crônica de imóveis comerciais no Brasil. Com apenas 0,54 metro quadrado por habitante, o mercado imobiliário paulistano ainda tem muito potencial para crescer. Ao final de 2010, havia 1,3 milhão de metros quadradosem construção. Mas a própria Colliers já alerta para o risco de superoferta já em 2012, após a entrega de boa parte desses estoques. Na lista a seguir, você conhece as demais cidades do ranking, muitas das quais erraram a mão e acabaram entregando muito mais que o necessário.

FONTE: exame.com ( seu dinheiro)

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Os aluguéis mais caros e mais baratos de São Paulo

São Paulo - Levantamento do Conselho Regional de Corretores de Imóveis em São Paulo (Crecisp), realizado em 492 imobiliárias paulistanas, mostra que na maioria (51,23%) dos 1.054 contratos de locação fechados durante o mês de fevereiro prevalece o aluguel mensal na faixa de até 800 reais. A preferência recaiu sobre apartamentos, que somaram 55,41% do total de contratos formalizados. As casas ficaram com os restantes 44,59%.
O aluguel que mais aumentou em fevereiro foi o de casas localizadas em bairros da Zona A (conforme critério do Crecisp), como Jardim Paulista, Ibirapuera, Moema, Morro dos Ingleses e Perdizes. Esta zona ficou com 16,6% da procura por locação, de acordo com o Crecisp.
Nos bairros da Zona A, as casas com três dormitórios eram alugadas, em média, por R$ 2 mil, em janeiro. O valor médio da locação subiu para R$ 2.600 em fevereiro - alta de 30%.
A maior baixa, de 35,47%, ocorreu nos apartamentos com três dormitórios, situados em bairros da Zona D (conforme convenção Crecisp), que eram alugados, em média, por 1.694,74 reais em janeiro, e em fevereiro por 1.093,57 reais. A Zona D foi alvo de 31,02% do interesse por locação, na cidade de São Paulo.
Fiador ainda é garantia preferida
Como garantidor da locação, a figura do fiador continua liderando, presente em 45,54% dos novos contratos. A segunda posição é ocupada pelo seguro de fiança (28,94%). Em terceiro lugar está o depósito de valor equivalente a três meses do aluguel (24,86%); depois as locações sem garantias (0,28%); a caução de imóveis (0,19%); e por último a cessão fiduciária (0,19%).
As 492 imobiliárias que o Crecisp consultou em fevereiro declararam ter recebido de volta 491 imóveis, o equivalente a 46,58% do total de novas locações - percentual 21,66% inferior aos 56,67% apurados em janeiro. A maioria das devoluções se fez por motivos financeiros (52,14%), ficando os outros motivos com 47,86% do total.
Inadimplência caiu
O índice de inadimplência em fevereiro foi de 3,72%, inferior em 6,06% ao percentual de 3,96% apurado em janeiro. O número de ações propostas nos Fóruns da Capital em fevereiro subiu 63,48% em relação a janeiro. Todos os tipos de ações registraram alta: ações consignatórias (6,25%); renovatórias do valor do aluguel (17,24%); ações de rito sumário (66,84%); falta de pagamento (61,47%); ações de rito ordinário (54,7%).
Bairros da Zona A, de acordo com critério do Crecisp: Alto da Boa Vista, Alto de Pinheiros, Brooklin Velho, Campo Belo, Cidade Jardim, Higienópolis, Jardim América, Jardim Anália Franco, Jardim Europa, Jardim França, Jardim Paulista, ibirapuera, Moema, morro dos Ingleses, Morumbi, Real Parque, Pacaembu, Perdizes, vila Nova Conceição.
Bairros da Zona D, de acordo com critério do Crecisp: Água Rasa, Americanópolis, Aricanduva, Belém, Bom Retiro, Butantã (periferia), Campo Grande, Campos Elíseos, Carandiru, Casa Verde, Centro, Cidade Ademar, Cupecê, Freguesia do Ó, Glicério, Imirim, Itaberaba, Jacanã, Jaguaré, Jardim Miriam, liberdade, Limão, Pari, Parque São Domingos, Penha, Pirituba, Rio Pequeno, Sacomã, Santa Efigência, Sapopemba, Socorro, Tremembé, Veleiros, Vila Alpina, Vila Carrão, Vila Formosa, Vila Guilherme, Vila Maria, Vila Matilde, Vila Medeiros, Vila Prudente.
FONTE: http://exame.abril.com.br  - 11/05/11

Índice que reajusta aluguel acumula alta de 10,06% em 12 meses (SP)

A inflação mensurada pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, subiu 0,70% na primeira prévia de maio, ante variação de 0,55% apurada no mesmo período de abril. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação é de 10,06%, enquanto varia 3,61% no ano.
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) apresentou variação de 0,60%, na primeira leitura de maio.
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou variação de 0,87%, ante 0,46%, no mesmo período do mês anterior. A maior contribuição veio do grupo alimentação, com elevação de 0,28% para 0,75%. As maiores altas dentro do subgrupo foram hortaliças e legumes, panificados e biscoitos, e laticínios.
O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou variação de 0,94%, enquanto na primeira prévia de abril a taxa foi de 0,23%.
Essa primeira leitura do IGP-M foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 e 30 de abril.

FONTE: Folha.com  - 11/05/11  ( matéria de SP )